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A ordem de vacinação contra Covid-19 no Brasil e os grupos prioritários

Ministério da Saúde divulga nova lista de grupos que poderão tomar a vacina do coronavírus, e qual a prioridade de cada um. Algumas indefinições persistem

Por Da Redação Atualizado em 2 fev 2021, 12h16 - Publicado em 29 jan 2021, 11h06

O Ministério da Saúde publicou um comunicado sobre o Plano Nacional de Operacionalização da Vacina contra a Covid-19. Há uma lista de grupos de pessoas que poderão tomar as doses da campanha nacional de vacinação contra o coronavírus — eles estão em ordem de prioridade:

  • Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas
  • Pessoas com deficiência institucionalizadas
  • Povos indígenas vivendo em terras indígenas
  • Trabalhadores de saúde
  • Pessoas de 80 anos ou mais
  • Pessoas de 75 a 79 anos
  • Povos e comunidades tradicionais ribeirinhas
  • Povos e comunidades tradicionais quilombolas
  • Pessoas de 70 a 74 anos
  • Pessoas de 65 a 69 anos
  • Pessoas de 60 a 64 anos
  • Indivíduos com comorbidades (doenças que favorecem o agravamento da Covid-19)
  • Pessoas com deficiência permanente grave
  • Pessoas em situação de rua
  • População privada de liberdade
  • Funcionários do sistema de privação de liberdade
  • Trabalhadores da educação do Ensino Básico
  • Trabalhadores da educação do Ensino Superior
  • Forças de segurança e salvamento
  • Forças Armadas
  • Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros
  • Trabalhadores de transporte metroviário e ferroviário
  • Trabalhadores de transporte aéreo
  • Trabalhadores de transporte aquaviário
  • Caminhoneiros
  • Trabalhadores portuários
  • Trabalhadores industriais
  • De acordo com o governo federal, essa lista somaria mais de 77 milhões de brasileiros. O ministério recomenda que estados e municípios sigam a ordem da lista acima.

    No entanto, restam indefinições sobre datas das aplicações e, em alguns grupos, sobre como ir buscar suas doses. Também não se sabe se haverá prioridade entre os grupos prioritários (como os trabalhadores de saúde, por exemplo).

    O Ministério da Saúde afirma que, segundo o Plano Nacional de Imunizações (PNI), municípios e estados têm “autonomia para montar seu próprio esquema de vacinação e dar vazão à fila de acordo com características de sua população, demandas específicas de cada região e doses disponibilizadas”. Até o momento, 1,7milhão de brasileiros foram vacinados.

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