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Um coração artificial que salva crianças – Prêmio Péter Murányi

Iniciativa do InCor foi premiada em 2015 por diminuir a mortalidade entre crianças que aguardam na fila de transplante cardíaco

Por Theo Ruprecht Atualizado em 14 fev 2020, 18h25 - Publicado em 24 jul 2017, 17h04

Entre as pessoas na fila de transplantes por um coração, as crianças são as que apresentam maior taxa de mortalidade. Daí que entra o coração artificial pediátrico criado no Instituto do Coração (InCor), em São Paulo, que de tão inovador foi agraciado com o Prêmio Péter Murányi de 2015.

Desenvolvido pela equipe da pesquisadora Idágene Aparecida Cestari, o aparelho pode ser implantado em recém-nascidos e crianças com algum problema cardíaco congênito enquanto aguardam pelo transplante. “O dispositivo permite ao paciente esperar em condições adequadas. Isso aumenta as chances de sobrevida à cirurgia do transplante e após ela”, ressalta Idágene no vídeo abaixo.

  • E isso com um detalhe: o equipamento foi criado nacionalmente, com custos compatíveis a nossa realidade. Tal inovação ajudou, por exemplo, a menina Evellyn, que aos 3 anos de idade tinha apenas 8 quilos por causa de uma malformação no músculo cardíaco.  Veja na sequência o vídeo com essa história completa. E aproveite para disseminar a edição de 2018 do Prêmio Péter Murányi, cujo objetivo é promover o bem-estar de países em desenvolvimento – para se inscrever, clique aqui.

     

     

     

     

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