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Ossos e músculos fortes desde criança

Fazer exercícios na infância traz vantagens não só nesse período. Até lá na frente a gente ganha com um menor risco de fraturas

Por Giovana Feix 6 Maio 2018, 12h30

Aulas de educação física muitas vezes são vistas como mera diversão no Brasil. Mas um estudo feito recentemente na Dinamarca indica que elas devem ser levadas mais a sério.

Os estudiosos propuseram a crianças de 8 a 10 anos de idade uma frequência de exercício que Jorge Steinhilber, presidente do Conselho Federal de Educação Física, considerou quase ideal: três sessões semanais de 40 minutos.

Em apenas dez meses, a atividade física contribuiu para a mineralização dos ossos e o desenvolvimento muscular deles – o que, lá na frente, pode representar menor ocorrência de fraturas vindas da osteoporose. Mas o médico Fábio Krebs, presidente da Sociedade Brasileira de Artroscopia e Traumatologia do Esporte, alerta: “O professor deve estimular que elas se divirtam, sem grande apelo à competição”.

  • Quanto, como e o quê fazer

    Quantidade de exercício: 150 minutos por semana, pelo menos. Além da educação física, aulas de esportes caem bem.

    Orientação: é essencial contar com um professor para acompanhar a atividade. Senão, há risco de lesões.

    Intensidade: o exercício deve envolver certa força. Apesar do enfoque lúdico, a atividade não é apenas brincadeira.

    Modalidade: escolha à vontade. Qualquer prática é válida se houver esforço. Deixe a decisão por conta da criança.

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