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O que esperar para a telemedicina no Brasil em 2023

Tecnologia estará ainda mais conectada com o sistema e os profissionais de saúde, prevê executivo

Por Cadu Lopes, CEO da Doctoralia*
29 jan 2023, 09h35

O ano já começou e devemos ficar atentos às movimentações de um dos mercados mais relevantes em todo o mundo: o setor de saúde! Ao fazer um recorte para o universo de tecnologias e inovações, acredito que teremos um período de avanços ainda mais significativos e que, de alguma forma, irão impactar a vida de todos nós.

Nesse contexto, duas palavras se tornaram obrigatórias: telemedicina e startups.

De acordo com a pesquisa Distrito Healthtechs Report 2022, realizada pela Distrito, plataforma que conecta soluções para startups, o Brasil soma 1 023 healthtechs, representando um aumento de 60% quando comparado ao ano de 2016. Tenho ciência de que esses dados já são impactantes e nos mostram uma evolução, mas, do mesmo modo, também entendo que ainda há muito o que fazer.

Dentre as verticais de saúde mais importantes, vejo a telemedicina como uma das peças-chaves, ganhando ainda mais destaque em 2023. No final do ano passado, mais precisamente no dia 28 de dezembro, foi publicada a Lei 14.510/2022, que regulamenta a telessaúde como modalidade de prestação de serviços aos pacientes à distância.

Se me cabe um espaço aqui para fazer um “recorte sobre o recorte”, e dentro da telemedicina, não podemos nos esquecer também da eficiência que ferramentas tecnológicas têm proporcionado no estreitamento das relações de pacientes, médicos e, em última instância, gestores do segmento.

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Como abordamos no Panorama de Clínicas e Hospitais 2023, hoje 80% dos nossos usuários afirmam que fazem uso do aplicativo Whatsapp para a confirmação de consultas, seguido por telefone (69%), SMS (29%) e e-mail (20%).

+ LEIA TAMBÉM: 10 tendências na era da saúde digital

Como comentei, 2023 será um ano de grandes novidades e progressos incríveis na telemedicina em todo o mundo e, claro, o Brasil não ficará de fora. Temos profissionais empenhados em aprimorar o setor, proporcionando ainda mais a democratização do acesso à nossa população.

Seja por meio de consultas simples, triagem, análise de exames laboratoriais ou de imagem e até mesmo cirurgias a distância, a telemedicina deixou de ser um “sonho” e passou a ser uma realidade cada vez mais palpável e positiva para todos os agentes de saúde e pacientes brasileiros.

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Vamos aguardar, com muita expectativa, o que está por vir.

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* Cadu Lopes é CEO da Doctoralia Brasil, Peru e Chile

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