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Saiba como se formam as aftas e o que fazer para acabar com elas

Essa lesão bucal incomoda muita gente. Fique por dentro de como ela surge e conheça o jeito certo de combatê-la.

Por Redação M de Mulher Atualizado em 3 jan 2018, 12h46 - Publicado em 16 out 2014, 22h00

O que acontece na boca com afta

1. Machucadinho de nada?
Embora a ciência não tenha uma explicação 100% definida para a origem da afta, já se sabe que ela começa com um machucado na camada superficial da mucosa da boca, o tecido epitelial. A agressão é fruto de déficit vitamínico, baixa na imunidade, excesso de acidez ou até traumas, caso de uma mordida.

2. Aí vem a inflamação
Com a ruptura do epitélio, um tecido mais profundo, o conjuntivo, fica à mostra. Aí, os linfócitos, células de defesa do organismo, passam a se aglomerar na tentativa de regenerar a área. Mas o excesso de soldados instaura, também, uma inflamação no local.

3. Eis a afta
Para piorar, a ferida costuma atrair bactérias que habitam a cavidade oral. Essa infecção agrava o estado inflamatório. Como o tecido conjuntivo é repleto de terminações nervosas, a confusão toda acaba gerando ardência, coceira e dor, além daquela cobertura úmida e esbranquiçada típica da afta.

As causas do problema

Comidas duras
Alimentos difíceis de morder, como o amendoim, podem lesionar a gengiva. Se a afta já apareceu, abusar deles piora o cenário.

Apimentados e afins
Condimentos irritam o epitélio. Já bebidas e alimentos ácidos mexem com o pH da boca e fragilizam a mucosa.

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Boca nervosa
Mastigar lápis, canetas e outros objetos é uma mania que aumenta muito o risco de esse tecido sofrer um trauma.

Tratamento

Fármacos
Médicos podem prescrever lenços umedecidos ou pomadas com anestésicos e anti-inflamatórios. Em certos casos, até drogas orais entram na receita.

Alimentação
Ingira legumes e vegetais escuros, como a couve. Eles têm vitaminas do complexo B e ferro, que dão força à mucosa bucal. Melhor comê-los frios e pastosos.

Novas técnicas
Atualmente, em casos mais severos e agressivos, os dentistas aplicam lasers terapêuticos de baixa potência na lesão para que ela cicatrize depressa.

Fontes: Alexandre Bussab, cirurgião-dentista da Clínica Dental Saúde, em São Paulo; Cristiane Miranda França, odontologista e professora da Universidade Nove de Julho, em São Paulo; Sandra Kalil Bussadori, odontologista e professora da Escola de Aperfeiçoamento Profissional da Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas (APCD).

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