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Planos de saúde para cuidar do seu bicho

Eles estão por aí há mais de 30 anos, mas ganharam fôlego com o aumento no número de pets. Será que valem a pena?

Por Thiago Nepomuceno Atualizado em 12 mar 2018, 18h08 - Publicado em 2 Maio 2016, 14h26

No Brasil de hoje, existem mais animais morando em casas do que crianças – são 52 milhões contra 45 milhões. E um dos segmentos que ganharam com isso foi o de seguros para os peludos. Pacotes simples cobram por volta de 35 reais mensais e cobrem exames, além de visitas a certos veterinários.

A título de comparação, uma consulta particular chega a custar, por si só, mais de 100 reais. Há ainda opções mais luxuosas: com uma mensalidade na casa dos 200 reais, seu amigo tem acesso até a acupuntura. Mas, segundo Benedito Fortes de Arruda, presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária, deve-se exigir um documento que comprove o registro da empresa. Também é vital ler o contrato para checar quais serviços estão contemplados e a relação de hospitais e profissionais incluídos. Via de regra, o seguro compensa quando o bicho demanda cuidados médicos constantes.

  • Cada caso é um caso
    Os principais fatores para serem levados em consideração ao contratar um plano

    Idade

    Determinados seguros não aceitam animais com mais de 8 anos. Outros cobram bem caro ou só oferecem pacotes básicos.

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    Raça

    As mais propensas a doenças às vezes encarecem o plano. O peso do bicho também pode ser levado em conta.

    Reembolso

    Procedimentos fora da rede credenciada em geral são cobrados à parte. Versões com ressarcimento pesam na carteira.

    Cobertura

    Fique atento ao que seu companheiro tem direito. Vacinas e castração, por exemplo, nem sempre estão inclusos.

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