Suplemento alimentar: não compre em qualquer canto
Pesquisadora examina produtos vendidos no mercado paralelo e flagra substâncias não permitidas por aqui
Sabe aqueles suplementos alimentares (de vitaminas, minerais e afins) que você não acha nas farmácias ou lojas mais conhecidas, mas sim em redes sociais e sites que agregam diferentes vendedores? Passe longe deles. A farmacêutica Thaís Dal Molin, da Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, adquiriu cerca de 44 produtos que chegam ao Brasil de forma clandestina e identificou, em 16%, irregularidades de acordo com a nova legislação da Anvisa sobre essa classe.
“Em duas amostras encontrei anabolizantes”, nota Thaís, lembrando que eles são proibidos nesse tipo de produto. Sem falar que podem trazer sérios problemas à saúde. Para piorar, mais de 98% dos suplementos tinham alegações irregulares na embalagem, como “emagrecedor”.
Consumo consciente
Antes de adquirir cápsulas, sachês e por aí vai, visite o médico ou nutricionista. Afinal, o profissional deve avaliar sua dieta e outras questões. “Muita gente acha que não há riscos em usar suplemento de vitaminas ou minerais. Mas eles podem interagir com remédios”, exemplifica Thaís. Com a prescrição em mãos, a biomédica sugere buscar lojas autorizadas, verificar se o rótulo está em português e evitar itens ditos milagrosos.






![[RELAMPAGO] PAYWALL (728 x 90 px) Banner laranja com texto branco OFERTA RELÂMPAGO e um raio amarelo, seguido de Você pediu, a gente ouviu!. À direita, capas de revistas Superinteressante e Veja, e um celular com aplicativo aberto](https://saude.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/07/RELAMPAGO-PAYWALL-728-x-90-px.gif)
![[RELAMPAGO] PAYWALL - 328x79 Banner laranja com OFERTA RELÂMPAGO em destaque, acompanhado de um raio amarelo. Abaixo, Você pediu, a gente ouviu!. À direita, revistas Superinteressante e Veja e um cartão de crédito. No canto superior direito, um ícone de árvore](https://saude.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/07/RELAMPAGO-PAYWALL-328x79-1.gif)