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Golpe duro contra a leishmaniose canina

Novo tratamento promete acabar com a prática de sacrificar animais infectados com a doença

Cachorros com leishmaniose, mal transmitido pela picada do mosquito-palha, costumam ser sacrificados para evitar que a infecção chegue depois ao homem. E, embora existam medicamentos para tratar o problema em seres humanos, seu uso é proibido para os animais sob a alegação de impedir que o parasita se torne mais resistente. Mas essa realidade tem tudo para mudar com a liberação pelo governo de uma nova droga, a miltefosina, específica para a enfermidade nos bichos. Ela foi testada pelos veterinários Fábio Nogueira e Ingrid Menz em Andradina, no interior paulista. “Constatamos que 74,2% dos cães não transmitiam mais a doença no final do estudo, além de mostrar melhoras nos sintomas”, relata Nogueira. A medicação será comercializada a partir de 2017.

Leia também: O aedes aegypti também ameaça os cachorros

A Vacina 
Há uma versão disponível no Brasil — só na rede particular — considerada eficaz na prevenção da leishmaniose canina, mal caracterizado por febre, lesões na pele e anemia, e que dificilmente pode ser curada. Além do imunizante, experts indicam repelentes específicos para afastar o mosquito.

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