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No país do Carnaval, o sexo é cheio de tabus – podcast

Falar abertamente sobre sexo é essencial para a saúde mental e física. De masturbação a educação sexual, o Detetives da SAÚDE aborda o tema sem embaraço

Por Da Redação - Atualizado em 12 jun 2020, 11h30 - Publicado em 20 fev 2020, 07h30

Corpos seminus desfilando nos sambódromos durante o Carnaval dão a impressão de que o brasileiro não teria muitos tabus com o sexo. Mas está aí um engano! Neste episódio do podcast Detetives da SAÚDE, você vai ver como nossa população tem vergonha de falar sobre as relações sexuais para os profissionais de saúde e mesmo para os parceiros. E sim, isso impacta negativamente a saúde de muitas maneiras.

Uma das maiores especialistas brasileiras no assunto, a psiquiatra Carmita Abdo esteve entre as convidadas do programa. Ele é fundadora e coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade (ProSex) do Hospital das Clínicas, em São Paulo. “A atividade sexual é um parâmetro de saúde. A falha de ereção, por exemplo, pode ser um sinal precoce de que o sistema cardiovascular não está bem”, afirma. Pra ter ideia, quatro anos antes de um infarto, o homem às vezes começa a ter disfunção erétil – e só conversando abertamente com o médico para evitar isso.

A ginecologista Flavia Fairbanks, outra referência em temas de saúde e sexualidade, também trouxe ótimas contribuições para a conversa. Entre outras coisas, ela desbancou mitos pra lá de difundidos, como o de que sentir dor durante o sexo é normal. Não é!

Durante o bate-papo com os jornalistas André Biernath e Thaís Manarini, as duas ainda falam sobre masturbação, a importância da educação sexual para prevenir DSTs e gestações indesejadas, menstruação e sexo, doenças que sabotam o prazer entre quatro paredes… É um episódio para se despir de constrangimentos que só pioram seu bem-estar.

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