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O toque faz diferença numa relação

Cientistas analisam o que instiga um contato físico mais caloroso entre casais

Por Goretti Tenorio 5 jun 2021, 10h16

Não é preciso ser um expert na mente humana para saber que carícias promovem intimidade e ajudam o relacionamento a prosperar. Por isso, uma equipe de psicólogos da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, decidiu se aprofundar e ir além da constatação.

Ao avaliarem o comportamento de mais de 400 casais a partir de questionários e da observação de como interagiam, eles investigaram o que estimula um parceiro a beijar, abraçar e acariciar o outro. “O estudo atribui o fenômeno à responsividade percebida, ou seja, a pessoa tende a tocar mais o par quando nota nele atitudes que revelam atenção, apoio e compreensão”, destrincha o psicólogo Arnaldo Cheixas Dias, de São Paulo.

Nesse círculo virtuoso, o contato físico constante leva a uma vida a dois mais plena.

  • O que mantém a chama acesa

    A combinação por trás de longas parcerias

    Atividade sexual: muito além da liberação de hormônios de prazer, os momentos eróticos, a intimidade e a troca de afeto na cama fortalecem o vínculo entre o casal.

    Altruísmo: uma relação saudável e duradoura se baseia em satisfação mútua. Daí a importância de reconhecer o desejo, os anseios e as necessidades do outro.

    Apoio e cuidado: a sensação de estar no mesmo barco e de ter segurança e proteção ao lado de alguém é combustível para uma longa e amorosa aliança.

    Comunicação: falar é ponto-chave. Saber o que a outra pessoa está sentindo e pensando evita interpretações erradas que podem machucar
    o relacionamento.

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