Clique e assine VEJA SAÚDE por R$ 6,90/mês

Um novo remédio para psoríase

A droga pode reduzir praticamente a zero as lesões na pele

Por André Biernath - Atualizado em 7 jul 2017, 10h31 - Publicado em 5 jul 2016, 14h53

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária acaba de aprovar o secuquinumabe, produzido pela Novartis, para o tratamento da psoríase. Já disponível nos Estados Unidos e na Europa, ele é o primeiro medicamento biológico de origem humana a ser aprovado no Brasil contra a enfermidade. “O fato de ele ser feito a partir de células da nossa própria espécie diminui o risco de reações indesejadas”, explica a imunologista Paula Machado, gerente da farmacêutica.

Nos testes, que envolveram mais de 3 700 voluntários, a droga reduziu praticamente a zero as lesões na pele em 80% dos casos. “Ela inibe a interleucina 17, uma proteína que está por trás do ataque autoimune”, detalha a especialista. Nos experimentos, o fármaco administrado por meio de uma injeção subcutânea mensal manteve a sua efetividade após três anos seguidos de uso.

Publicidade