Cirurgia na era da impressão 3D
Estudo aponta as vantagens (e os pontos a melhorar) no uso dessa tecnologia para guiar e customizar operações
Imagine que o médico pudesse fazer um molde da área a ser operada, verificasse os detalhes anatômicos e a forma mais eficaz de realizar o procedimento e, só então, partisse pra cirurgia. Pois isso já é uma realidade graças à impressão 3D. Embora esse e outros usos da tecnologia no campo cirúrgico estejam dando seus primeiros passos no Brasil e no mundo, uma revisão de 158 pesquisas conduzida por especialistas franceses levantou os prós e os contras da inovação até o momento.
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As principais vantagens elencadas são a maior precisão e rapidez durante o procedimento – os poréns seriam o preço e o período necessário para o planejamento. “A customização e a redução no tempo de cirurgia estão associadas a menor risco de infecções e menor custo hospitalar, o que é bem-vindo tanto para o paciente como para a seguradora de saúde”, avalia Felipe Marques, CEO da BioArchitects, empresa brasileira de impressão 3D.
Antes, durante e depois
Entenda como a impressão 3D pode contribuir com o sucesso das operações
Biomodelos
São moldes que retratam com exatidão as características do paciente. Permitem ao médico traçar a melhor tática cirúrgica.
Guias
Dispositivos feitos sob demanda de acordo com a anatomia do paciente que auxiliam a nortear ou realizar parte do procedimento.
Próteses
Peças únicas criadas para repor integral ou parcialmente áreas do corpo – não carecem de adaptações, como pode acontecer hoje.






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