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Bem-Estar

Os vencedores do Prêmio Autocuidado em Saúde ACESSA

A 1ª edição do prêmio reconhece trabalhos em prol da conscientização e o engajamento dos brasileiros na tomada de decisões em relação à saúde

por Abril Branded Content Atualizado em 9 dez 2022, 19h41 - Publicado em
9 dez 2022
12h37

CONHEÇA OS PROJETOS VENCEDORES

Lançada pela Associação Brasileira da Indústria de Produtos para o Autocuidado em Saúde (ACESSA) em 24 de julho de 2022, data em que se comemora o Dia Internacional do Autocuidado, a primeira edição da premiação celebra profissionais, empresas e instituições que fazem diferença no desenvolvimento do conceito de autocuidado.

“Estamos falando de um pilar estratégico do manejo de saúde pública, que buscamos reforçar com a criação do prêmio”, diz Rodrigo Garcia, presidente da ACESSA. O júri responsável pela análise dos trabalhos contou com a participação de referências em diferentes áreas de atuação.

Na categoria Comunicação em Saúde e Autoconhecimento, os votos vieram de Diogo Sponchiato, jornalista, redator-chefe de VEJA SAÚDE; Izabella Camargo, jornalista, apresentadora, palestrante promotora de autocuidado e escritora; e Rogério Malveira Barreto, médico e empreendedor de impacto social na Pulsares, empresa de impacto social focada em letramento em saúde.

Em Estilo de Vida, os trabalhos foram avaliados por Márcio Atalla, formado em educação física e nutrição, consultor de qualidade de vida em empresas, colunista em programas de rádio e jornais; Vinicius Pedote, engenheiro de alimentos, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais e Congêneres (Abiad); e Antonio Herbert Lancha Junior, graduado em educação física e professor titular de nutrição na Universidade de São Paulo (USP).

As iniciativas de Promoção à Saúde, por sua vez, foram analisadas por Renato Kfouri, pediatra, presidente do Departamento de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria e diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm); Jairo Bouer, psiquiatra, trabalha com comunicação com foco em saúde, comportamento e sexualidade; e Maisa Kairalla, geriatra, coordenadora do Ambulatório de Gerontologia da Universidade Federal
de São Paulo (Unifesp).

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E para examinar os trabalhos da categoria Uso Racional de MIPs e Outros Produtos, reunimos Gonzalo Vecina,
médico sanitarista e professor da Facul dade de Saúde Pública da USP; Rogério Lopes Júnior, graduado em farmácia industrial e administração de empresas e diretor da Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias (Febrafar); e Rafael S. Santana, farmacêutico, professor da Universidade de Brasília (UnB).

Os jurados analisaram dezenas de trabalhos levando em consideração critérios como inovação e capacidade disruptiva, abrangência e aplicabilida de, impacto e relevância e emprego de tecnologia. Numa primeira etapa, foram selecionados os finalistas, que podem ser conhecidos no site premioautocuidadoacessa.com.br.

Por fim, todo o corpo de jurados apontou os quatro grandes vencedores, anunciados em cerimônia realizada no dia 8 de dezembro, em São Paulo, e que você pode conhecer melhor nas próximas páginas. Um brinde a todos os participantes!

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O BEM-ESTAR EMOCIONAL DOS ESTUDANTES EM FOCO

Mais Um Dia, um aplicativo móvel para a promoção da saúde mental entre jovens universitários

Categoria: Comunicação em Saúde e Autoconhecimento

Projeto de tecnologia móvel voltado para as áreas de saúde e educação, a ferramenta criada na Universidade Federal do Tocantins (UFT) tem como alvo os alunos de ensino superior. “O desenvolvimento foi acelerado pela pandemia, quando um mapeamento revelou uma tendência de aumento de transtornos como ansiedade e depressão entre esse grupo”, conta Alice Agnes Mota Pinho, professora do curso de jornalismo e coordenadora da iniciativa.

Um dos focos é abordar de forma adequada e eficiente uma discussão cada vez mais relevante: a prevenção ao suicídio entre os jovens.

“O aplicativo ajuda a vencer barreiras. A pessoa que sente algum constrangimento em admitir que precisa de ajuda acaba se encorajando a enviar mensagem pelos canais do Mais Um Dia”, observa Alice.

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No projeto, tudo é apresentado com recursos visuais e linguagem pensados para dialogar com o público jovem, em formato acessível e moderno. “Chamou atenção a grande quantidade de solicitação de atendimento logo nos primeiros dias após o lançamento, mostrando como a comunicação digital pode fazer diferença”, destaca Alice.

Autores: Alice Agnes Spíndola Mota Pinho, Hareli Fernanda Garcia Cecchin, Marta Romilda Spíndola Mota, Sidiany Mendes Pimentel, Humberto Martins e Felipe Leite.

Instituição: Universidade Federal do Tocantis (UFT)

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(Diego Silva/Divulgação)

Lançado oficialmente em setembro de 2022, por enquanto para o sistema Android, em uma semana o aplicativo teve mais de 200 downloads e mais de 20 solicitações de atendimento.

O MAPEAMENTO DAS NECESSIDADES DOS UNIVERSITÁRIOS DIRECIONOU A CRIAÇÃO DAS FUNÇÕES

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– Escuta

Qualificada Serviço de acolhimento e orientação por meio de um chat. As demandas são respondidas no prazo máximo de 24 horas.

– Informação

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Materiais em formatos dinâmicos e infográficos com conteúdos científicos sobre saúde mental em linguagem informal.

– Contatos

Lista de psicólogos que oferecem psicoterapia por um preço mais acessível ao estudante.

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– Dicas Diárias

Sugestões de cuidados de promoção da saúde e prevenção ao sofrimento.

– Serviços

Lista de lugares de apoio e atividades oferecidas no contexto da universidade e na saúde pública.

– Testes

Avaliações online sobre níveis de depressão, ansiedade e estresse, sem finalidade diagnóstica, mas que possibilitam identificar sinais dos transtornos.

PRÓXIMOS PASSOS

  1. Finalizar a versão para o sistema iOS
  2. Fazer integração com infraestruturas do SUS para expandir o uso
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PARA ESTIMULAR A CRIANÇADA A SE MEXER

Promovendo um estilo de vida saudável por meio do aplicativo Meu EducAtivo

Categoria: Estilo de Vida

O combate ao sedentarismo é amplamente reforçado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como forma de diminuir a incidência de doenças crônicas. E quanto mais cedo a atividade física entrar na rotina, melhor. Com isso em mente, o educador físico Fernando Garbeloto dos Santos criou o Meu EducAtivo, uma ferramenta que auxilia crianças em idade escolar a ter uma vida saudável.

“O método ajuda o professor a lidar com um dos principais aspectos ligados à inatividade nessa fase, que é a baixa competência motora”, explica. O aplicativo possibilita que se avalie de forma simples o desempenho dos alunos para perceber eventuais dificuldades. “O profissional consegue monitorar quem precisa de mais ou menos orientação e tem à disposição sugestões de como atuar”, explica Garbeloto.

A ideia é evitar que o jovem fique desmotivado e acabe se afastando das atividades para as quais não se sinta competente. O Meu EducAtivo é um sistema composto por um portal web e dois aplicativos, um para os professores e outro para os pais/alunos. “Com ele, o aluno passa a entender o impacto dos exercícios na saúde”, arremata.

Autor: Fernando Garbeloto dos Santos
Instituição: Meu Educativo (SP)

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O aplicativo avalia, educa, incentiva o letramento corporal e envolve a família. A linguagem usada nos relatórios é sempre motivacional, construída com a colaboração de pedagogos e psicólogos.

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(Diego Silva/Divulgação)

A PARTIR DAS ANÁLISES, O ALUNO É CLASSIFICADO EM FORMA DE AVATAR ALPINISTA

– Perito: está no topo da montanha, tem habilidades bastante desenvolvidas

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– Aventureiro: está na encosta da montanha, pronto para seguir adiante

– Explorador: está na base da montanha, vai conseguir avançar, o importante é não ficar parado

O professor tem acesso a uma biblioteca digital com sugestões de aulas e atividades para turmas, sempre de acordo com as necessidades de cada um.

O QUE VEM POR AÍ
Está em andamento um projeto-piloto com crianças com necessidades específicas, de forma a melhorar a competência motora nessa população

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A COMUNIDADE ABRAÇA O AUTOCUIDADO

Educação para o autocuidado com foco na promoção da saúde dos moradores da favela da Rocinha

Categoria: Promoção à Saúde

Para quem enfrenta obstáculos no acesso a serviços de saúde, projetos como esse fazem diferença, sobretudo em tempos de pandemia.

“A iniciativa nasceu do desejo de levar às comunidades um trabalho voltado ao bem-estar, com abordagem teórica e prática aplicada à realidade específica local”, explica a educadora física Mariana Pace Alves, idealizadora do programa. “Para isso, fomos ouvir os moradores e contamos com o engajamento de voluntários, transmitindo conhecimento e oferecendo atendimentos de práticas como mindfulness e auriculoterapia”, diz.

Aconteceram também sessões de atividades físicas, psicoterapia e orientação sobre nutrição. As ações geraram mudanças positivas na forma de se cuidar, com relatos de melhora na autoestima e maior conhecimento sobre o próprio corpo e as emoções. O projeto já impactou milhares de
pessoas, evidenciando que intervenções de autocuidado podem ajudar a garantir saúde e proteger os direitos humanos.

“Agora seguimos viabilizando parcerias para levar a outras comunidades e diferentes grupos subsídios capazes de incentivar atitudes em prol de uma vida mais saudável”, conclui Mariana Alves.

Autores: Mariana Pace Alves, Jainne Martins Ferreira e Eduardo Lopes de Sousa.

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Instituição: Saúde Contato (RJ)

OS PILARES DO PROGRAMA

Palestras, rodas de conversa, workshops e eventos (com temas como alimentação saudável, exercício físico e saúde, a importância do sono, saúde da mulher). Atendimentos (massagem, meditação, auriculoterapia, psicoterapia, fisioterapia, entre outros).

AS CORES DA SAÚDE

Campanhas gerais de conscientização também direcionam encontros e palestras, a exemplo do Junho Vermelho, de incentivo à doação de sangue; Outubro Rosa, de prevenção de câncer de mama; e Novembro Azul, relacionado a câncer de próstata e também diabetes.

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(Diego Silva/Divulgação)

O CONHECIMENTO SE PROPAGA

O projeto, que teve início em 2020, no Complexo do Alemão, avançou em 2021 para a Rocinha. Em 2022, se amplia com programa de educação
voltado a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, envolvendo jovens de Ilha Grande e Turano.

CUIDANDO DO CUIDADOR

Um braço do programa é voltado a levar estratégias de autocuidado para aliviar o sofrimento físico e psíquico de quem dá assistência a pessoas em cuidados paliativos. A experiência se baseou em:

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– Visitas domiciliares a fim de identificar as principais dificuldades e sobrecargas físicas, emocionais e sociais;
– Suporte e capacitação de 20 pessoas, com 15 palestras e rodas de conversa envolvendo temas relacionados ao autocuidado, 137 atendimentos de massoterapia, 103 sessões de psicoterapia, além de consulta com nutricionista, sessões de fisioterapia, práticas de exercício físico personalizado e auriculoterapia;

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CARTILHA ESCLARECE SOBRE FITOTERÁPICOS

Campanha educativa sobre o uso racional desses produtos com foco na saúde e na qualidade de vida da população

Categoria: Uso Racional de MIPS e Outros Produtos

“O fato de terem origem natural não é garantia de que são livres de riscos”, alerta o farmacêutico João Paulo Silvério Perfeito, da gerência de produtos fitoterápicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), um dos responsáveis pela organização do guia que orienta a população a identificar se os fitoterápicos são autorizados e de boa qualidade. “Circulam muitas informações imprecisas e é necessário esclarecer como usar esses medicamentos corretamente no autocuidado”, justifica.

Para começar, é importante que sejam fabricados adequadamente a fim de evitar a presença de contaminantes, como micro-organismos, metais pesados, agrotóxicos, entre outros. Além disso, seu uso deve ser feito com responsabilidade e conhecimento. Os materiais concebidos pela equipe trazem conteúdo abrangente, incluindo um glossário, e estão disponíveis online.

“O lançamento envolveu campanha nas redes sociais para ampliar a abrangência”, conta a farmacêutica Ana Cecília Bezerra Carvalho, especialista em regulação de fitoterápicos. A ideia é ajudar as pessoas a escapar de armadilhas como produtos sem efeito terapêutico ou que podem até ser uma ameaça à saúde. “Para receberem a chancela da Anvisa, os fitoterápicos passam por todos os mecanismos de aprovação de qualquer medicamento. E eles têm eficácia se usados de forma certa”, ressalta Ana Cecília

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Autores: Ana Cecília Bezerra Carvalho, Flora de Aquino Santos, Ingrid Estefania Mancia de Gutiérrez, Daniela Aparecida dos Reis Arquete, Diana de Souza Garcia Nunes e João Paulo Silvério Perfeito.

Instituições: Gerência de Medicamentos Específicos, Fitoterápicos, Dinamizados Notificados e Gases Medicinais (GMESP) e Gerência Geral de Medicamentos (GGMED) da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA)

VOCÊ SABIA?

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Uma planta é considerada medicinal quando possui substâncias que podem prevenir, curar ou tratar doenças. O fitoterápico é um medicamento feito a partir de uma planta medicinal

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(Istock/Divulgação)

NÃO CONFUNDA FITOTERÁPICO COM:

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Essências florais Essências aromatizantes Chá alimentício pronto Suplementos alimentares Própolis Homeopáticos Cosméticos.

PARA NÃO CORRER RISCOS

– Adquira apenas em farmácias e drogarias autorizadas pelo órgão de vigilância sanitária;

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– Respeite as orientações da bula, folheto e rotulagem;

– Siga corretamente os cuidados de armazenamento;

– Observe a data de validade (nunca tome medicamentos vencidos);

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– Tenha cuidado ao associar medicamentos, isso pode alterar os efeitos e a toxicidade;

PARA USAR COM SEGURANÇA, O PRODUTO TEM QUE SER:

Registrado: traz na embalagem a sigla MS seguida de um número de 13 dígitos, começando por 1

Notificado: não tem número na embalagem, mas, sim, uma frase modelo: “PRODUTO NOTIFICADO NA ANVISA…”

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