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Emagrecer melhora a arritmia

Os sintomas do tipo mais comum do problema, a fibrilação atrial, são atenuados quando se perde peso.

Por Redação M de Mulher - Atualizado em 19 dez 2018, 11h49 - Publicado em 7 jul 2014, 22h00

Com a fibrilação atrial, estímulos à contração de músculos do coração ficam desregulados, gerando a arritmia.
Foto: Getty Images

Estima-se que esse descompasso no coração afete 1% da população global. “E, embora muitas vezes a doença não dê sinais clínicos de sua existência, alguns pacientes reclamam de palpitações e mal-estar”, conta o cardiologista Márcio Jansen Figueiredo, da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo. Ainda bem que, segundo uma pesquisa da Universidade de Adelaide, na Austrália, emagrecer ajuda os mais cheinhos com a disfunção a sofrer menos com tais sintomas. No trabalho, os 75 voluntários que entraram em um programa de perda de peso, em comparação com o grupo de controle, tendiam a apresentar manifestações mais brandas dos incômodos, além de um menor número de crises.

Nem o cérebro escapa

“A fibrilação atrial eleva em cinco vezes o risco de um AVC“, informa Figueiredo. Para piorar, essa arritmia está por trás de derrames mais graves. Até agora, não se sabe se o emagrecimento traz melhoras nesse quesito. Então, para ficar protegido, o recado é seguir o tratamento médico à risca.

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