Clique e assine VEJA SAÚDE por R$ 6,90/mês

É possível transplantar um rim incompatível?

Novos dados sugerem que sim

Por André Biernath - Atualizado em 22 out 2016, 18h56 - Publicado em 7 jul 2016, 15h45

Um time da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, analisou mais de mil casos de transplantes de rim.Os pacientes foram separados em três categorias. A primeira era composta de quem ganhou um órgão incompatível. Na segunda, estavam aqueles que receberam o tecido compatível de um doador falecido. A terceira, por sua vez, era constituída dos sujeitos que ainda estavam na fila de espera. De acordo com a pesquisa, a taxa de sobrevida do primeiro grupo foi 13% superior ao do segundo e 36% maior em relação ao terceiro. “Mas, nesses casos, para impedir a rejeição, é preciso filtrar o sangue e descartar os anticorpos que atacariam o novo rim”, lembra a nefrologista Zita Brito, do Hospital 9 de Julho, em São Paulo.

Leia também: Quatro mudanças de hábitos para adotar e cuidar melhor dos rins

No transplante, os rins originais raramente são retirados. Durante a cirurgia, o novo órgão é instalado na região da bacia. Os antigos perdem a função 

Publicidade