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Braquiterapia é a arma no combate ao câncer de próstata

O método diminui os efeitos colaterais do tratamento, como incontinência urinária e a disfunção erétil

Por Redação M de Mulher Atualizado em 22 out 2016, 18h05 - Publicado em 16 set 2013, 22h00
Câncer de próstata

Foto: Getty Images

Um levantamento internacional com a participação do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo, legitima o uso de um tipo de braquiterapia – técnica que consiste no implante, temporário ou não, de sementes radioativas em um tecido – no tratamento do câncer nessa glândula. O modelo que recebe o aval desta vez é a braquiterapia de alta taxa de dose, que se vale do elemento irídio, e pode ser aplicada tanto em tumores de baixo quanto nos de alto risco. “É um método que resulta em menos efeitos colaterais, como incontinência urinária e disfunção erétil”, diz o radiologista Antonio Cássio Pellizzon, da instituição paulistana. 
 

O resgaste da glândula

O câncer de próstata dispõe de diversos tratamentos. A escolha depende do estágio em que foi descoberta a doença e as condições do paciente. 
 
1. Cirurgia
2. Radioterapia
3. Quimioterapia
4. Braquiterapia
5. Hormonioterapia
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