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6 dúvidas sobre o enxaguatório bucal

Evidências apontam que o produto deveria ter maior presença nas limpezas diárias. Mas é preciso tomar cuidado com certas coisas

Por André Biernath Atualizado em 27 fev 2018, 14h14 - Publicado em 18 Maio 2016, 12h27

Uma pesquisa da Associação Americana de Odontologia, patrocinada pela empresa Johnson & Johnson, levantou dados de 29 artigos científicos que avaliaram a eficácia dos enxaguatórios. Eles compararam a saúde bucal de pessoas que só escovavam os dentes com aqueles que incluíam o antisséptico na higienização. A conclusão mostra que a turma do bochecho possuía menos casos de gengivite. “Isso porque o produto remove os micro-organismos que causam as inflamações na gengiva”, explica o periodontista Alex Haas, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

A recomendação, porém, é utilizá-lo como complemento à limpeza: a escova e o fio dental ainda são os protagonistas. “Como o enxaguatório tem um sabor agradável, ele pode dar a falsa impressão de que a boca está limpa, o que é perigoso”, alerta o dentista Vinícius Pedrazzi, professor da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

Tira-dúvidas dos bochehos

1. Quantas vezes devo usar o enxaguatório?
Em geral, duas vezes ao dia, ao acordar e antes de dormir. O bochecho deve durar uns 30 segundos

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2. A ordem da higiene bucal importa?
A recomendação é passar o fio dental primeiro, depois a escovação e, por último, o enxaguatório.

3. Opções sem álcool são melhores?
A eficácia é parecida. O álcool parece servir apenas para fixar os óleos essenciais da fórmula.

4. E aquela história de que o produto causa câncer?
Parece estar superada. Nenhuma pesquisa recente encontrou relação do enxaguatório com a doença.

5. Posso misturar com água?
Em algumas marcas, sim. Em outras, não. Converse com o seu dentista para ver se pode mesmo diluir.

6. O tipo de enxaguatório influencia no resultado?
Sim. O ideal é pedir orientações ao profissional para saber qual produto é mais indicado a você.

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