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Um ano da nossa vida corresponde a sete da do cão? Não é bem assim

Cientistas vasculham os genes e desenvolvem método mais fidedigno para estabelecer a relação entre a idade dos cachorros e a nossa

Por Thaís Manarini 2 jan 2021, 09h57

Quem nunca multiplicou a idade do cão por sete para saber quantos “anos humanos” ele teria? Pois a conta não faz sentido, segundo experts da Universidade da Califórnia de San Diego, nos Estados Unidos. Em estudo, após avaliar padrões de mudanças genéticas de 105 labradores de 0 a 16 anos, eles chegaram a uma fórmula considerada mais confiável para traçar essa relação — veja no gráfico.

De acordo com o veterinário Mario Marcondes, diretor clínico do Hospital Veterinário Sena Madureira, em São Paulo, ter um sistema preciso pode auxiliar no desenvolvimento de medicamentos para uso em animais e também em humanos. Mas há uma ressalva: “Raças de menor porte podem envelhecer de forma diferente”, diz Marcondes. Independentemente disso, ele pede atenção redobrada a partir dos 6 anos, quando os cães chegam à fase idosa. “Deve haver acompanhamento periódico.”

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Gráfico: Letícia Raposo/SAÚDE é Vital
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