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Teste genético: um aliado contra o câncer

A identificação de um tumor hereditário permite aos especialistas tomarem medidas que salvam a vida dos pacientes e de seus familiares

 (Giovani Flores/Abril Branded Content)

Por trás de uma amostra de sangue pode estar a chave para a eficácia no tratamento do câncer. É que, por meio desse material, cientistas identificam se um tumor é hereditário e, a partir daí, elegem terapias e avaliam riscos de se desenvolver o câncer no paciente e em seus familiares.

“Contamos com uma tecnologia que mapeia as regiões específicas do DNA que são informativas para cada tipo de alteração apresentada nos tumores, sinalizando mutações em genes relacionados com o câncer de maneira ágil”, diz a pesquisadora Dirce Carraro, do A.C.Camargo Cancer Center, instituição pioneira desses testes no Brasil.

Tais alterações presentes no tumor dão pistas para escolher as melhores medicações. Isso porque mutações gênicas podem estar em todas as células do indivíduo e representam erros que foram herdados de outras gerações, aumentando o risco de desenvolver câncer. “Esses conhecimentos contribuem para o rastreamento e detecção precoce do câncer”, diz a oncologista Maria Nirvana Formiga.

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Quando há comprovação de câncer hereditário, os parentes têm que fazer o teste. Caso apresentem a alteração, iniciam o rastreamento. Tal procedimento salva a vida do paciente e dos familiares.