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Teste de Covid-19 pode garantir a segurança dos encontros de fim de ano

Teste rápido de antígeno com swab nasal é mais confortável e fornece resultados precisos em até 15 minutos

Por Abril Branded Content
Atualizado em 29 Maio 2024, 14h30 - Publicado em 20 dez 2021, 10h58

Mais de 60% da população adulta brasileira já recebeu pelo menos a primeira dose da vacina contra a Covid-19. Em algumas cidades do país, como é o caso de Alcântara, no Maranhão, e a capital paulista, São Paulo, esse número beira os 100%. Apesar dos dados animadores, a pandemia ainda não acabou. Na Europa, por exemplo, uma nova onda de casos da doença preocupa e é preciso cuidado para que o resto do mundo, incluindo as terras brasileiras, não corra o risco de passar pela mesma situação.

Para Evaldo Araújo, médico infectologista do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP) e membro da diretoria da Sociedade Paulista de Infectologia (SPI), o controle da pandemia no Brasil deve ser sustentado por três pilares. “Primeiro, precisamos acompanhar de perto a vacinação, o percentual de pessoas vacinadas, o intervalo entre as doses e lembrar que, hoje, está bem estabelecido que as vacinas precisam de uma terceira dose para serem plenamente eficazes. Em segundo lugar, o uso da máscara, que não deve ser abandonado e que provavelmente seguirá fazendo parte de nossas vidas por muito tempo. E o terceiro pilar é a testagem, uma medida extremamente importante para conseguirmos interromper a cadeia de transmissão”, afirma.

A importância do teste de Covid-19

Desde o começo da pandemia, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a testagem em massa como a melhor forma de conter o avanço da doença. No momento que o Brasil vive, com as altas taxas de vacinação, a medida é ainda mais importante. “As mortes e internações tendem a cair, mas é preciso prestar atenção em casos que possam parecer uma simples gripe ou resfriado, que muitas vezes são subdiagnosticados”, diz.

A tecnologia investida em testes ajuda a controlar esse cenário. Eles estão cada vez mais tecnológicos, práticos e acessíveis. O famoso teste do cotonete, feito com a coleta de secreção respiratória, é um bom exemplo. Hoje, ainda há a opção de fazer a coleta na nasofaringe, com aquele cotonete que deve ser enfiado bem no fundo do nariz. Mas já existe também uma maneira ainda mais simples: o teste de antígeno com swab nasal, que pode ser encontrado em farmácias. “Esse é o que nós recomendamos hoje. O nasal não dói nada, não machuca, porque só é aplicado na região mais externa do nariz, e tem a mesma eficácia.”

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Após a coleta da secreção, o cotonete é colocado em uma solução de diluente, que é pingado em uma plaquinha e, em 15 minutos, o resultado aparece. “Se vier negativo, significa que, naquele momento, mesmo que a pessoa tenha o vírus, a quantidade é insuficiente para ser transmitido para outras pessoas. Se vier positivo, quer dizer que a pessoa tem o vírus numa quantidade suficiente para transmiti-lo”, ressalta o médico.

O teste rápido Panbio Covid-19 Ag de antígeno com o swab nasal desenvolvido pela Abbott, empresa global de cuidados para a saúde, foi aprovado pela Anvisa em dezembro de 2020, com um forte desempenho: 98,1% de sensibilidade e 99,8% de especificidade em pessoas com suspeita de exposição à Covid-19 ou que apresentaram sintomas nos últimos sete dias, sem necessidade de teste de confirmação.

Menos riscos nas festas de fim de ano

Esse tipo de teste demanda pouca mobilização de recursos e pode ser realizado por profissionais treinados, como farmacêuticos, por exemplo. A facilidade promovida pelo teste é fundamental para garantir a segurança na retomada de eventos e situações de aglomeração, como a volta ao trabalho presencial, viagens de avião e até mesmo as festas de fim de ano. “Mesmo que as pessoas usem máscara, tem sempre aquele momento em que você abaixa a máscara um pouquinho para ajustá-la, para beber água ou para se alimentar. No cotidiano, há diversas oportunidades para que os mecanismos de proteção por barreira não funcionem. É nesse momento que o teste é importante.”

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Ao testar os participantes antes de iniciar os encontros, garante-se que, naquele período, não haverá no local pessoas, sintomáticas ou não, que estejam transmitindo o vírus. Assim, o evento pode acontecer de uma maneira mais tranquila e com muito menos risco.

O médico infectologista ressalta, ainda, que o ideal – para que o controle da doença seja feito em larga escala – seria que a população fizesse o teste de Covid-19 com uma certa frequência, para que fosse possível rastrear a doença com mais precisão. “O importante mesmo é que as pessoas façam o teste, com a frequência que conseguirem, mas que não deixem de se testar”, conclui.

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