Oferta Relâmpago: Assine por apenas 7,99

Os efeitos colaterais da pandemia

Uma reflexão e os destaques da nova edição da revista VEJA SAÚDE, que chega aos assinantes, às bancas e às telas dos brasileiros

Por Diogo Sponchiato Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 17 jul 2020, 15h30 | Atualizado em 4 jun 2026, 22h40
capa veja saúde dores da pandemia
Imagem da capa de VEJA SAÚDE sobre as dores da pandemia, uma das matérias vencedoras do prêmio internacional.  (Foto: Tomás Arthuzzi/SAÚDE é Vital)
Continua após publicidade
Os efeitos colaterais da pandemia Priorizar nos meus resultados Google

Sinto um incômodo quando ouço por aí expressões do tipo “o lado bom da pandemia é que…”. Diante de tanto sofrimento causado pelo vírus ou por suas repercussões no sistema de saúde, prefiro dizer que a situação que vivemos tem apenas efeitos colaterais. Uns são positivos, como a queda na emissão de poluentes e a rede de solidariedade armada para dar suporte a quem encara os desgostos da crise. Outros (a maioria, diga-se) são bem negativos.

Não estou falando do que o coronavírus em si apronta, mas das reações adversas que desencadeia em outras esferas da saúde física e mental. Chega a doer literalmente. Sim, explodiram as queixas e as buscas por soluções contra a dor de cabeça e nas costas com a pandemia. Culpa da vida mais confinada, parada, ansiosa e deprê que estamos levando.

Felizmente, os especialistas sabem identificar as origens do suplício e têm conselhos preciosos para prevenir ou eliminar as alfinetadas pelo corpo — assunto destrinchado pelo nosso repórter André Biernath na matéria de capa.

Outro efeito colateral terrível desta crise é seu impacto no diagnóstico e no tratamento do câncer. A agilidade na detecção e no início do contra-ataque à doença conta muitos pontos pela vida. Precisamos nos mobilizar enquanto sociedade — e, num país em que a maior parte da população depende do SUS, isso exige protagonismo do governo — para remediar os reflexos imediatos e vindouros da Covid-19.

Até porque outros males continuam à solta a despeito do coronavírus. É o caso da dor crônica, das doenças cardiovasculares, do câncer… e do racismo. O movimento que se seguiu à trágica morte de um negro nos Estados Unidos reacendeu a necessidade de discutir e encontrar saídas para a discriminação. Inclusive porque ela faz mal à saúde, como aponta nesta edição a jornalista Maria Tereza Santos, ex-estagiária da redação e engajada na luta antirracismo.

Não são poucos os desafios nem seus efeitos colaterais. Tenhamos esperança e façamos nossa parte.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Banner laranja com texto branco OFERTA RELÂMPAGO e um raio amarelo, seguido de Você pediu, a gente ouviu!. À direita, capas de revistas Superinteressante e Veja, e um celular com aplicativo abertoBanner laranja com OFERTA RELÂMPAGO em destaque, acompanhado de um raio amarelo. Abaixo, Você pediu, a gente ouviu!. À direita, revistas Superinteressante e Veja e um cartão de crédito. No canto superior direito, um ícone de árvore
OFERTA RELÂMPAGO

Digital Básico

Sua saúde merece prioridade!
Com a Veja Saúde Digital , você tem acesso imediato a pesquisas, dicas práticas, prevenção e novidades da medicina — direto no celular, tablet ou computador.
De: R$ 14,99/mês Apenas R$ 2,99/mês
ECONOMIZE ATÉ 67% OFF

Revista em Casa + Digital Premium

Receba Veja Saúde impressa todo mês na sua casa, além de todos os benefícios do plano Digital Completo + Abril Signature Ouro, o novo programa de benefícios da Abril, que te dá acesso a descontos exclusivos e cashback em centenas de estabelecimentos.
De: R$ 26,90/mês
A partir de R$ 12,99/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$35,88, equivalente a R$2,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).