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Apps de fertilidade: eles ajudam ou atrapalham?

Se basear apenas em aplicativos para evitar a gravidez pode dar errado, aponta pesquisa

Por André Biernath - Atualizado em 10 jun 2020, 11h41 - Publicado em 15 Maio 2020, 14h00

No celular, ao acessar as lojas de aplicativos Google Play ou App Store, dá pra encontrar diversos programas para as mulheres acompanharem o ciclo menstrual. E é cada vez mais comum elas utilizarem essas ferramentas com o objetivo de prevenir uma gestação ou, pelo contrário, saber o dia em que há mais chances de engravidar.

Mas uma revisão de estudos publicada no periódico British Medical Journal demonstra que diversos apps do gênero não são padronizados ou aprovados por especialistas e, por isso, trazem informações confusas e até contraditórias. “O recado é não confiar cegamente no que aparece na tela e sempre pedir orientação do seu médico”, diz o ginecologista Rui Ferriani, da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).

Ilustração: Arte Veja Saúde/SAÚDE é Vital

Para eles, suplementos não funcionam

Sabia que algumas cápsulas de antioxidantes são vendidas por aí prometendo aumentar até a fertilidade masculina? Só que, segundo pesquisa dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, esses produtos têm efeito limitado nos espermatozoides e pouco ou nada interferem na capacidade reprodutiva. 

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