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Vacina contra o câncer de mama

Avança a promessa de um modelo que trata a doença em seu estágio inicial e evita sua reincidência

Por Redação M de Mulher Atualizado em 1 dez 2017, 15h21 - Publicado em 17 set 2013, 22h00

Infográfico: Pilker e Erika Onodera

Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, publicaram os resultados de um estudo com uma vacina que combate tumores mamários não invasivos. Depois de administrar a droga a 27 mulheres e, mais tarde, submetê-las a uma cirurgia na mama, eles notaram que o mal havia regredido para valer. Ao acompanhar as pacientes por quatro anos, os médicos também verificaram que em 85% dos casos a doença não havia voltado. “É uma forma inovadora e interessante de tratamento, mas temos de aguardar análises mais abrangentes. A imunoterapia é linda na teoria, só que ainda não funciona tão bem na prática”, opina a oncologista Solange Sanches, do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo.

Um estímulo às próprias defesas

Como se chega à vacina terapêutica e de que forma ela age nas mamas
1. O recrutamento
Células especiais do sistema imune são retiradas da paciente e instigadas, em laboratório, a reconhecer tecidos tomados pelo câncer. Elas são reinjetadas na região da axila da mulher.
2. O contra-ataque
Uma vez introduzidas no organismo, essas células deduram as áreas acometidas pelo tumor mamário. Aí, são convocadas outras unidades do sistema de defesa, que passam a destruir as células cancerosas.
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