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OMS recomenda ultrassom a grávidas em regiões de risco para zika

Organização pede o exame mesmo que o vírus não tenha sido detectado

Por Thiago Nepomuceno Atualizado em 16 mar 2018, 11h02 - Publicado em 30 Maio 2016, 16h00

A Organização Mundial da Saúde (OMS) indica a realização do exame de ultrassonografia às gestantes que moram em regiões afetadas pelo vírus zika. A intenção é detectar bebês com microcefalia e também continuar com o atendimento pré-natal habitual nas mulheres que tenham apresentado sintomas do vírus, mesmo que os testes tenham dado negativo para o zika e para a anomalia cerebral.

  • Recomenda-se que o ultrassom seja feito entre a 18ª e a 20ª semanas de gestação, e uma segunda vez no final do segundo trimestre ou no início do terceiro, pois são os momentos mais fáceis de flagrar a microcefalia.

    É muito importante que as futuras mamães também realizem regularmente exames para verificar a presença do zika. Cerca de 80% das infectadas não apresentam sintomas (como febre, dores no corpo e erupções na pele), mas mesmo assim o vírus pode elevar o risco de o bebê nascer com problemas na massa cinzenta.

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