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Agrotóxico abala o cérebro

Cientistas associam exposição a maior risco de danos permanentes aos neurônios

Por Diogo Sponchiato Atualizado em 3 set 2018, 10h55 - Publicado em 26 fev 2015, 13h11

Um dos principais pesticidas usados no século 20, o DDT, aumenta o risco de Alzheimer. A conclusão vem de análise com 165 pessoas feita pela Escola Médica Rutgers Robert Wood Johnson, nos Estados Unidos. A presença elevada de um substrato do agrotóxico no sangue está ligada a uma probabilidade quatro vezes maior de desenvolver o mal. Agricultores que trabalharam com o produto – banido mundo afora a partir dos anos 1970, mas no Brasil só em 2009 – estariam mais ameaçados, mas o DDT não pouparia consumidores em geral.

Outros 11 defensivos agrícolas investigados em um experimento da Universidade da Califórnia, também nos EUA, foram capazes de derrubar uma defesa natural do cérebro contra substâncias nocivas a que estamos expostos no dia a dia. Especialmente em pessoas com uma propensão genética, essa falha abriria caminho à doença de Parkinson, marcada por tremores involuntários.

A recomendação para escapar desse ataque à massa cinzenta é optar por frutas e verduras de boa procedência – se possível, orgânicas. E que os agricultores evitem pesticidas ou, ao menos, usem equipamentos adequados para não entrar em contato com eles.

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