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6 fitoterápicos adotados pelo SUS

Prestigiados pelo governo, os remédios à base de plantas estão em alta. Entenda quando eles valem a pena

Cada vez mais prestigiadas pelo governo, as plantas já têm aval para tratar dor nas costas, gastrite e até colesterol alto. Não se trata de apoio ao qualquer chazinho, mas a medicamentos (cápsulas, extratos, pomadas…) feitos com vegetais. Os fitoterápicos do Sistema Único de Saúde (SUS) – assim como todo aquele se preze  – possuem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

É sempre bom lembrar que, em medicina, cada caso é um caso. Por que, por exemplo, um clínico receitaria o extrato de alcachofra para baixar o colesterol em vez dos medicamentos de praxe, as estatinas, amplamente pesquisadas? “Depende do estágio do problema e do conhecimento do médico sobre remédios à base de plantas”, pondera Miguel do Nascimento Júnior, diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde. “De um modo geral, os fitoterápicos são utilizados em quadros mais leves ou quando não há resposta à opção sintética”, ele completa.

O caminho para os fitoterápicos entrarem de vez nas receitas deve passar por treinamento dos médicos, pesquisa e rigor nos quesitos eficácia, segurança e padronização.

Da lista dos que já foram adotados pelo SUS, selecionamos os mais recorrentes entre a população para saber quando eles seriam vantajosos.