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Como ajudar uma pessoa com depressão? Faça o quizz!

No mês dedicado à prevenção do suicídio, precisamos disseminar informações confiáveis e mostrar como acolher quem sofre de transtornos mentais

Por Abril Branded Content - Atualizado em 22 out 2020, 13h55 - Publicado em 24 set 2020, 10h00

O que é o Setembro Amarelo e qual o objetivo da campanha

A campanha Setembro Amarelo surgiu no Brasil em 2014, por iniciativa da Associação Brasileira de Psiquiatria e do Conselho Federal de Medicina, para conscientizar a população sobre os fatores de risco relacionados ao comportamento suicida e reforçar a importância de buscar o tratamento adequado.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, cerca de 800 000 pessoas no mundo se suicidam a cada ano. Destas aproximadamente 97% tinham transtornos mentais, principalmente a depressão. No Brasil ocorrem 11 000 mortes por suicídio anualmente.

Assim como todas as outras doenças – sim, a depressão é uma doença –, não adianta ter pensamento positivo ou acreditar que o tempo cura. É preciso buscar ajuda especializada com psiquiatra e psicólogo.

Quais são os principais sintomas da depressão

No início, os sentimentos ruins vão e voltam; momentos bons até aparecem, mas os dias ruins prevalecem. Às vezes, falta prazer naquela atividade que antes era divertida. O sono fica instável: algumas pessoas passam noites em claro, outras dormem demais. Quase sempre, faltam disposição, motivação e energia. Segundo os manuais médicos, a depressão tem uma extensa lista de sintomas, que inclui tristeza, ansiedade ou sensação de “vazio”, pessimismo, culpa, irritabilidade, inutilidade ou desamparo, dificuldade para se concentrar, lembrar ou tomar decisões, problemas ou disfunções sexuais, alterações de apetite que podem levar ao ganho ou à perda de peso, dores no corpo e de cabeça e, em casos mais graves, pensamentos de morte ou suicídio.

Como ajudar quem tem depressão

O acolhimento é um passo fundamental para que quem tem depressão busque ajuda profissional. Isso significa construir um ambiente seguro, que permita à pessoa se abrir, desabafar e se sentir encorajada a procurar diagnóstico especializado. Para oferecer um apoio realmente eficaz, é importante repensar a forma como falamos sobre a depressão e o suicídio. Desconstruir crenças e derrubar tabus em torno da saúde mental é essencial para que a pessoa se sinta amparada e compreendida.

O caminho para a criação de uma sociedade mais acolhedora passa, primeiro, pela informação. Pensando nisso, a Janssen, farmacêutica da Johnson & Johnson, lidera o Movimento Falar Inspira Vida. Trata-se de uma coalizão, formada por diversas instituições que defendem as causas da saúde mental no Brasil, que elaborou um guia prático que ilustra, por meio de situações vivenciadas no dia a dia, maneiras mais acolhedoras para dialogar com pessoas que podem estar enfrentando a doença.

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