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Exercitar-se só no fim de semana é (bem) melhor que ficar parado

Estudo mostra uma menor taxa de mortalidade em quem pratica atividade física, mesmo que só uma ou duas vezes na semana

Por Karolina Bergamo 11 jan 2017, 20h18

Quem nunca ouviu que ser um atleta de fim de semana faz mais mal do que bem? Pois especialistas da Universidade Loughborough, no Reino Unido, desbancaram esse mito ao investigar a relação entre a quantidade e frequência de exercícios na semana e o risco de morte.

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Foram analisados dados de mais de 60 mil participantes por 14 anos. Parte dessa turma era sedentária ou malhava menos do que o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) — 150 minutos por semana de exercício moderado ou 75 minutos em ritmo intenso.

Já a outra parcela cumpria a tal meta, mas enquanto alguns dividiam essa quantidade de atividade física em três ou mais sessões, outros a concentravam em no máximo dois treinos.

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Ao comparar os completamente inativos com os que suavam a camisa pelo tempo suficiente, mas poucas vezes na semana, perceberam que essa última turma tinha uma probabilidade 40% menor de falecer por problemas cardiovasculares. E o risco de morrer em decorrência de câncer foi 18% menor.

Verdade que, entre os adultos que cumpriam a diretriz da OMS em mais sessões, o risco de morrer por qualquer causa caía 35%, enquanto nos atletas de fim de semana essa taxa era de 30%. Mas o fato é que se exercitar uma ou duas vezes por semana é muito melhor do que seguir no sofá.

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Portanto, se a vida está corrida, aproveite, sem culpa, o fim de semana para mexer o corpo. Dá para investir em opções ativas de lazer, como andar de bicicleta no parque ou caminhar pela cidade quando seu ritmo desacelera.

Que fique claro: ninguém está falando para exagerar na dose durante o sábado e o domingo. Como em qualquer outro dia, vale a pena respeitar seus limites para não acabar sobrecarregando o organismo.

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