Clique e Assine VEJA SAÚDE por R$ 9,90/mês
Imagem Blog

Com a Palavra

Por Blog Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
Neste espaço exclusivo, especialistas, professores e ativistas dão sua visão sobre questões cruciais no universo da saúde
Continua após publicidade

Enxaqueca frequente derruba o rendimento no trabalho

Pesquisa comprova que as dores de cabeça prejudicam até a tomada de decisão. Tratamento pode envolver de medicamentos a cirurgia

Por Paolo Rubez, cirurgião*
Atualizado em 7 abr 2022, 15h58 - Publicado em 7 abr 2022, 15h56

A cabeça latejando por horas é apenas um dos sintomas das crises de enxaqueca, um tipo de dor de cabeça que ainda é caracterizado por um desconforto intenso em um ou nos dois lados do crânio, náusea e sensibilidade à luz e ao som.

Uma crise de enxaqueca pode durar de quatro a 72 horas, com dores que chegam a transcorrer uma semana. Agora, pela primeira vez, um estudo mostrou especificamente as repercussões do problema na nossa capacidade de trabalho.

A pesquisa da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, envolveu 5 mil pessoas e concluiu que a enxaqueca frequente reduz os rendimentos e resultados em três situações:

  • Memória
  • Tomada de decisão rápida
  • Trabalho físico mais árduo

Esses efeitos negativos foram notados tanto no grupo de pacientes que não usavam analgésicos quanto naqueles que tomavam esses remédios diariamente.

BUSCA DE MEDICAMENTOS Informações Legais

DISTRIBUÍDO POR

Consulte remédios com os melhores preços

Favor usar palavras com mais de dois caracteres
DISTRIBUÍDO POR
Continua após a publicidade

Cabe pontuar que a doença é a principal causa de deficiência funcional na população com menos de 50 anos. As dores crônicas afetam a qualidade de vida e a produtividade e levam a mais licenças médicas.

O tratamento da enxaqueca pode envolver diversas classes de medicamentos, procedimentos como aplicação de toxina botulínica e cirurgias específicas. Sobre esse último recurso, diversos estudos dão respaldo à cirurgia: quando não cessa a dor em definitivo, ela ajuda a reduzir a intensidade do incômodo e o uso de remédios.

Compartilhe essa matéria via:

A cirurgia da enxaqueca, definida como descompressão dos nervos periféricos, consiste numa “desativação” nos locais de gatilho da dor. Trata-se de uma estratégia relativamente nova, mas respaldada pela ciência e indicada a pacientes com enxaquecas resistentes.

Continua após a publicidade

Um estudo da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, publicado no ano passado, corrobora que o procedimento, que deve ser feito por cirurgiões habilitados, melhora as crises e diminui a dependência de medicamentos analgésicos. Mais uma arma no arsenal contra a doença.

* Paolo Rubez é cirurgião plástico, mestre pela Unifesp e membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica 

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Domine o fato. Confie na fonte.

10 grandes marcas em uma única assinatura digital

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de 9,90/mês*

ou
Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Veja Saúde impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de 14,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$118,80, equivalente a 9,90/mês.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.