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Proteção contra o coronavírus sem perder o equilíbrio

Caminhos para ter uma casa mais imune ao coronavírus e outras ameaças... Os destaques da nova edição de VEJA SAÚDE

Por Diogo Sponchiato Atualizado em 18 jun 2020, 16h20 - Publicado em 19 jun 2020, 09h00

Já faz um tempo que não conseguimos deixar de pensar nele. Principalmente quando botamos o pé fora de casa para ir ao mercado e ao voltar. É estressante demais imaginar que aquele miserável microscópico possa estar impregnado em algum canto — na maçaneta da porta, na sacola, no próprio corpo. E essa é a razão, ao lado das tristes notícias de vítimas do coronavírus, pela qual a pandemia nos deixa tão tensos, deprimidos e bitolados.

Para que não fiquemos reféns de um curto-circuito emocional, nada melhor do que saber o que é capaz de reduzir o risco de pegar o vírus. E a receita inclui isolamento social, uso de máscaras e higiene adequada. Nesse sentido, chovem mensagens por e-mail e redes sociais dos nossos assinantes e seguidores com dúvidas e dilemas sobre a limpeza da casa. Que produtos usar para desinfetar as coisas? Com que frequência utilizar? O que não fazer? Bom, missão dada por vocês é missão cumprida por aqui.

O repórter André Biernath desencavou pesquisas, ouviu especialistas e montou um guia de recomendações para uma higiene efetiva e segura dentro do seu lar. Sim, estamos reaprendendo a arte de fazer faxina para espanar não só o vírus mas outros germes, poeira e partículas de poluição. Tudo isso sem cair numa neurose que só corrói a mente e as unhas (ei, melhor não levar as mãos à boca, viu?).

O papo é sério. Falamos de uma doença nova e ainda longe do controle. Profissionais de saúde também estão percebendo que a Covid-19 não é um terror só para o aparelho respiratório. Como mostra a investigação da jornalista Chloé Pinheiro, o coronavírus e a reação do corpo a ele podem sabotar o cérebro, o coração, os rins…

Não tem cabimento chamá-lo de “gripezinha”, o que já se disse e ainda se fala por aí. Guardadas as devidas diferenças de doença e época, está mais para gripe espanhola, como se percebe lendo A Grande Gripe (Editora Intrínseca), do historiador John M. Barry. Que enfrentemos esse vírus com foco, responsabilidade e confiança na ciência.

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