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Dize-me onde moras e te direi quanto viverás

O ambiente e a vizinhança onde estamos inseridos contam pontos para chegarmos (ou não) aos 100 anos

Por Diogo Sponchiato 25 set 2020, 08h35

Zonas azuis são um conceito criado pelo escritor americano Dan Buettner em referência aos locais com os maiores índices de longevidade do planeta (clique aqui para comprar seu livro sobre o assunto). Lançando mão dessa ideia, pesquisadores da Universidade do Estado de Washington mapearam as zonas azuis nesse estado americano e os fatores que determinam as perspectivas de soprar mais velinhas.

Eles se debruçaram sobre dados como nível educacional e socioeconômico, características da vizinhança e taxa de mortalidade na população acima de 75 anos e detectaram que ambientes mais acolhedores e propícios à mobilidade, por exemplo, elevam as chances de ser um centenário.

“O estudo reforça que, muito além dos aspectos genéticos e dos cuidados com a saúde, o contexto socioambiental impacta bastante o envelhecimento. No Brasil, há muito a melhorar nesse sentido”, avalia a médica e colunista de VEJA SAÚDE Maisa Kairalla, da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia. 

Ilustração: Laura Luduvig/SAÚDE é Vital

 

Ilustração: Laura Luduvig/SAÚDE é Vital
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