nutrição

Truques que deixam as frituras menos nocivas

Elas não são bem-vindas em um cardápio saudável. Muito menos aquelas feitas em óleo reaproveitado. Mas se você não resiste, vamos ensinar alguns macetes por Regina Célia Pereira | Design Luciana Steckel | Fotos Dercílio Vanzelli

"Durante o processo de fritura, os óleos são continuamente expostos a fatores que levam a um grande número de reações químicas", conta a nutricionista Hosana Rodrigues, da Universidade de São Paulo. Há desde a transformação das moléculas de ácido graxo até alterações de aroma e sabor. "Pode ocorrer a formação de trans, se o óleo for reaproveitado e permanecer horas e horas sob altas temperaturas", revela Ana Carolina Gagliardi, do Instituto do Coração de São Paulo.

O aquecimento exagerado favorece a perda de ômegas, e a maioria dos tipos usados na cozinha contêm ômegas 3 e 6, gorduras do bem e essenciais para o nosso organismo, que simplesmente acabam desperdiçadas. Nunca deixe chegar ao ponto de fumaça. Sem contar que as frituras aumentam pra valer a quantidade de calorias nas refeições. Para você ter uma ideia, uma escumadeira cheia de batata cozida fornece 68 calorias, já a batata que passou por fritura, o teor calórico sobe para nada menos que 182.

"A fritura pode entrar esporadicamente no cardápio de quem pratica atividade física, desde que o óleo seja saudável e bem fresco", aconselha a nutricionista Cynthia Antonaccio, de São Paulo. Outra dica da expert é fritar vegetais como brócolis, cenoura e outros. Nada de linguiça na banha de porco, hein?

Leia mais: Óleo: cuidado com as frituras e a poluição do ambiente.



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