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História das madeixas

Cabelos: como impedir que eles caiam
Conheça a importância social dos cabelos ao longo dos séculos

EGITO
A preocupação com a cabeleira era um traço marcante nos antigos egípcios. Documentos históricos registram que o comprimento das mechas simbolizava a autoridade e a dignidade dos dirigentes. O uso de perucas extravagantes era obrigatório entre os faraós, que jamais apareciam em público sem portá-las.

IDADE MÉDIA
Os povos bárbaros europeus se valiam dos cabelos para distinguir os homens livres — que exibiam cabeleira longa — de seus subordinados, que eram obrigados a adotar fios curtos. Já as mulheres, por exigências religiosas, costumavam cobrir suas tranças com véus.

FRANÇA
No século 17, os cachos fartos do rei Luís XIV (1643-1715) eram um de seus cartões de visita. Quando começou a ficar calvo, por volta dos 30 anos, apelou para perucas brancas e volumosas, ditando moda entre a aristocracia europeia.

SÉCULO 20
Nos anos 1920, a estilista francesa Coco Chanel (1883-1971) teria queimado acidentalmente as pontas de seus cabelos antes de um evento. Decidiu podá-los à altura do queixo, em linhas retas. Inovou e o corte foi batizado com seu sobrenome. Faz a cabeça de várias mulheres até hoje.

ANOS 2000
O casal inglês Victoria e David Beckham vira e mexe muda radicalmente o visual. Ela, ex-cantora da banda Spice Girls, já foi loira, morena, teve cabelos longos e curtíssimos. O marido, astro do futebol, influenciou os jovens com seu estilo moicano despenteado.

 
 
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