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No encalço da apnéia

por DIOGO SPONCHIATO
design GLENDA CAPDEVILLE
ilustrações NIK

Embora seja seu mais famoso sinal, o ronco não é o único indício da doença. O próprio apnéico deveria notar que seu sono deixou a desejar, já que, durante o dia, fica cansado e bastante sonolento. Às vezes, ele até acorda à noite, sentindo-se sufocado, diz a neurologista Dalva Poyares. Para saber se a responsável por tanta chateação é a apnéia, os médicos analisam o histórico do paciente e solicitam a polissonografia, exame em que o indivíduo permanece uma noite conectado a aparelhos e monitorado por especialistas. São colocados no paciente vários sensores que podem detectar as alterações durante o sono, diz Lucas Lemes. O método permite não só confirmar a doença como avaliar sua gravidade.

 
 
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