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O corpo sofre quando a autocrítica é muita

Quando a autocrítica do perfeccionista extrapola o bom senso, é o corpo que sofre. “Em situações extremas, que culminam em doenças como transtorno obsessivo-compulsivo, é preciso lançar mão de antidepressivos para tratar os sintomas”, afirma Mercadante. Mas, segundo ele, o que costuma ser realmente eficaz é a terapia cognitivo-comportamental, que consiste em expor o paciente, de forma gradual, às situações que o afligem, para ajudá-lo a livrar-se de vícios de comportamento e a refletir sobre o distúrbio.

 
 
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