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Transport: vantagens e desvantagens

por Thais Szegö | design Thiago Lyra | fotos Dercílio

Assim como a bicicleta, ele não força as articulações. Então, essa é uma boa opção para quem tem problemas articulares”, conta Ricardo Cury. Mas o aparelho, que também é conhecido como elíptico, não é recomendável para iniciantes, pois exige mais condicionamento físico do que os outros. Ou seja: só consegue se sair bem quem já faz exercícios há algum tempo. O gasto calórico é mais alto — pode chegar ao dobro do proporcionado pela bicicleta e até 40% mais do que a esteira. E, se a idéia é deixar glúteos, coxas e abdômen firmes, este equipamento ganha disparado em resultados.

ERROS MAIS COMUNS:
“Ficar balançando o corpo e esticar totalmente o joelho da perna que está embaixo pode provocar lesões”, alerta Silvio Cézar. “Evite também apoiar o corpo sobre o transport, projetando os joelhos e os quadris para a frente”, arremata José Kawazoe Lazzoli. Outra coisa: a evolução da intensidade tem que ser gradual, ou seja, a pessoa só deve aumentá-la quando o condicionamento permitir. Isso evita o cansaço excessivo, que, por tabela, acaba levando a uma postura errada na hora de praticar a atividade.

Exercício ao contrário
Como o próprio nome sugere, consiste em fazer o mesmo movimento em sentido de frente para trás. “Funciona para trabalhar os músculos antagonistas àqueles que são exigidos no modo convencional, como o quadríceps, e complementa o exercício”, diz Silvio Cézar. “Por isso o ideal é alternar os dois sentidos na hora de praticar”, ensina Cézar.

 
 
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