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Controle de açúcar pelo celular: como funciona?

por Fábio de Oliveira | design Eder Redder I ilustrações Mauro Nakata

Primeiro passo
O médico ou o plano de saúde deve comprar uma licença de uso do GlicOnLine e fornecer o programa ao paciente, que não pagará nada pelo serviço. O especialista levanta todas as informações do indivíduo (os tipos de insulina prescritos, tipo de bomba que usa etc.) e as cadastra num prontuário eletrônico. O cálculo da quantidade de insulina de que vai precisar ao longo do dia é baseado em variáveis como as taxas de glicose antes e depois de comer e ao dormir. Essa conta é feita pelo especialista.

O download do programa
O programa pode ser disponibilizado em qualquer celular com linguagem Java, aquela que permite que um software rode em diferentes plataformas, como telefone portátil, palm ou computador — fique certo de que os modelos mais modernos de celular já contam com essa linguagem. O download é feito no aparelho logo após o médico enviar um e-mail direto para o seu número. Então, bastará acessar a página do GlicOnLine no telefone. Detalhe importante: o sistema funciona em qualquer operadora de telefonia celular.


Nas refeições
O usuário sai com os amigos para comer uma pizza, por exemplo. Tem vontade de devorar duas fatias de mussarela. Mede sua glicemia, acessa o programinha via celular e insere o valor da glicose. Em sequida clica no menu, digita pizza de mussarela e indica quantos pedaços — sem se esquecer, é claro, dos dois chopes. O sistema conta com 600 alimentos cadastrados, com medidas caseiras, como colher de sopa. Minutos depois, após essa informação ser cruzada com seu cadastro numa central, ele fica sabendo o tipo de insulina e a dosagem que terá de aplicar depois da refeição.

 
 
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