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Na Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista, os pesquisadores analisaram as imagens do cérebro de 36 indivíduos 20 sedentários, oito judocas e oito corredores de longa distância. "Só notamos alterações positivas na massa cinzenta dos que praticavam exercícios", explica Wantuir Jacini, professor de educação física e mestre em neurociência. "E o mais impressionante foi que as mudanças no grupo dos lutadores de judô não foram as mesmas observadas na turma dos que correm", completa Wantuir, que usou essa pesquisa em sua tese de mestrado.
"Isso pode ser um indício de que precisamos lançar mão de atividades diferentes para prevenir diferentes problemas", como o Parkinson e o Alzheimer." O orientador do estudo, o neurologista Li Li Min, acrescenta: "Esse é só o começo de um longo caminho até que se possa recomendar com precisão este ou aquele esporte para combater males diferentes."
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