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Exames para diagnosticar risco de infarto

por Fábio de Oliveira | design gráfico Thiago Lyra

A ressonância se vale de um campo magnético que provoca um alinhamento dos átomos de hidrogênio presentes nas moléculas do nosso corpo. Depois de alinhados, eles são estimulados por ondas de rádio. Essa energia, então, é captada por um computador e transformada em imagens tridimensionais. O exame é cada vez mais utilizado para avaliar os estragos feitos por um infarto no músculo cardíaco.

Já na tomografia o paciente precisa tomar a injeção de um contraste à base de iodo, capaz de destacar na imagem justamente o percurso de artérias e veias. Em seguida um tubo gira em torno do indivíduo duas ou três vezes por segundo, liberando raios X , focando dectetores espalhados pelo equipamento. Daí, obtêm-se imagens em três dimensões. A tomo é, hoje, o exame de predileção para avaliar o estado das coronárias.

Veja na foto ao lado:

1) Esta imagem de ressonância magnética mostra um estreitamento da coronária direita provocado por uma placa de gordura.

2) Retrato de outro estreitamento de um dos vasos do coração obtido por tomografia computadorizada. Acima, à direita, duas imagens de uma mesma coronária com estreitamento:

3a) por meio de ressonância magnética; 3b) por cateterismo.

 
 
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