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Quando a falta de apetite não é normal

por Flávia Pinho | design Eder Redder | ilustração Nik

Quando é normal não ter apetite

• A partir dos 2 anos, as conquistas motoras, aliadas a uma diminuição considerável do ritmo de crescimento, provocam uma redução importante do apetite que, em geral, retorna com força total em torno dos 12 anos.
• Resfriados, gripes, outras infecções e até mesmo o despontar ou a troca de dentes se refletem diretamente no prato. Relaxe. Tudo volta ao normal logo depois.
• Em dias muito quentes ou pra lá de agitados, com várias atividades que roubam a atenção dos pequenos o apetite geralmente se ressente.
• Crianças não costumam reagir bem a novos alimentos. A tendência natural é recusá-los. Não desista. Às vezes é preciso apresentar as novidades dezenas de vezes.

Quando é melhor investigar
• Se notar que seu filho é muito menor do que as crianças da mesma idade, leve-o ao pediatra para acompanhar o ganho de peso e altura.
• Sonolência, palidez e pouca disposição podem indicar falta de nutrientes importantes, como ferro, cálcio, vitaminas e zinco. Relate o problema ao médico e sugira a realização de exames.
• O motivo também pode ser emocional. Algumas crianças se recusam a comer como forma de protesto. Se for o caso, procure em primeiro lugar encontrar o motivo dessa birra.
• Alterações bruscas de apetite por períodos prolongados podem ter causas orgânicas mais graves, como problemas digestivos ou de mastigação, doenças infecciosas mais sérias e alguns tipos de câncer, como a leucemia.

 
 
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